INTIMIDADE HACKEADA

COLETA DE DADOS PESSOAIS, MANIPULAÇÃO DE AUDIÊNCIA, CRIAÇÃO E DISSEMINAÇÃO DE FAKE NEWS E OUTROS CRIMES DE INVASÃO FRUTÍFEROS NA INTERNET

INTRODUÇÃO

Há cerca de duas décadas atrás uma pessoa comum que dissesse ter a impressão de que estava sendo vigiada o tempo inteiro, mas era incapaz de apontar quem a estava perseguindo ou por que isso estava acontecendo, poderia facilmente ser chamada de louca ou paranoica.


Mas no mundo contemporâneo a maioria de nós pode dizer sem o risco de parecer nem mesmo desconfiado, que estamos sendo monitorados em tempo integral por mecanismos de coleta de dados que, em algum momento, vão utilizar nossas informações pessoais para tentar nos influenciar de alguma forma. E não há exagero na afirmação de que qualquer indivíduo que tenha um perfil, verdadeiro ou fake, para fins pessoais ou profissionais, em qualquer plataforma de interação interpessoal e publicação de conteúdo, que já tenha feito algum tipo de transação financeira online ou eventualmente costuma navegar por entre portais de notícias, com toda a certeza está tendo seus movimentos coletados para que essas informações sejam disponibilizadas a anunciantes, que poderão utilizá-las para fins comerciais, ideológicos, partidários, religiosos, ou quantos mais forem possíveis.

Neste artigo eu vou falar sobre três dos casos de espionagem e invasão de privacidade que ocorreram inteiramente por meios online e a partir de mecanismos digitais. Em cada um deles foi provado de formas diferentes que, quando se trata de internet, nenhuma informação está a salvo. E desde o e-mail com um resumo sobre o livro, até as suas fotografias e vídeos íntimos estão servindo para ajudar algoritmos a traçarem seu perfil e te encaixar em grupos de indivíduos suscetíveis a fluxos de informações específicos.


CASO WIKILEAKS

O primeiro dos três casos foi protagonizado pelo programador australiano Julian Assange, que apesar de ter ganhado notoriedade a partir da primeira década do século XXI, já vinha sendo observado pelas atividade como hacker desde os anos 90. Julian fundou o Wikileaks em 2006. E utilizava a plataforma como espaço de publicação, com fontes anônimas, de documentos governamentais sigilosos, onde eram expostos crimes de repressão e quebra de direitos humanos por parte de governos e regimes de autoridade.

O primeiro escândalo deflagrado pelo Wikileaks aconteceu no ano de 2007, quando foi exposto ao público o manual de procedimentos militares da base de Guantánamo, em Cuba, ocupada pelas forças de segurança americanas. Após os atentados de onze de setembro, o complexo ficou responsável por manter encarcerados presos de alta periculosidade acusados de envolvimento com grupos terroristas como Al Qaeda e Talibã. Nos documentos, os militares eram orientados a utilizar de técnicas de tortura e abuso nos interrogatórios.

Um ano depois foram difundidos trechos e imagens de e-mails pessoais da governadora do Alasca, Sarah Palin, que concorria como vice-presidente nas eleições de 2008, onde Barack Obama saiu vitorioso. 

Em 2010 o Wikileaks divulgou um vídeo contradizendo a versão oficial do governo americano sobre a morte de onze iraquianos. No mesmo ano, 91 mil documentos secretos sobre a guerra do Afeganistão e 391 mil documentos do Pentágono foram expostos ao público. A esta altura, Julian Assange já estava sendo perseguido pelo governo sueco, pela acusação de abuso sexual. Alguns meses depois da oficialização do processo, a plataforma começou a liberar mais de 250 mil documentos diplomáticos confidenciais do governo americano.

É claro que no caso Wikileaks a maior vítima do hackeamento de informações e quebras de sigilos foram os maiores governos e corporações do mundo. Porém, esse evento deixou claro que, se nem mesmo o estado mais poderoso do mundo era capaz de garantir a confidencialidade e segurança de suas informações mais sigilosas, os dados pessoais de cidadãos comuns provavelmente eram ainda mais fáceis de serem acessados.

E o caso seguinte só veio confirmar a desconfiança. 

A partir de então ficou claro que a resposta era sim: cada acesso, reação, postagem e comentário que você deixa na grande maioria dos ambientes online, e não somente das redes sociais mais populares, ficam registrados em banco de dados individuais. E conforme esses bancos vão sendo alimentados, o seu perfil vai sendo definido. 


CASO SNOWDEN

Até maio de 2013, Edward Snowden poderia ser definido como um modelo de cidadão americano. Formado em uma grande universidade, casado com uma bailarina e que conseguiu atingir sucesso profissional ao integrar a Agência Nacional de Segurança (NSA) Americana como técnico de TI. Um quadro que se transformou após o mês de junho do mesmo ano, quando o jovem de 29 anos expôs para todo o mundo documentos confidenciais acerca da prática de espionagem e vigilância global praticado pelas agências de segurança americana utilizando servidores de empresas como Google, Apple e Facebook. Entre os documentos, havia uma extensa base de dados a respeitos de informações, gravações e imagens de natureza íntima de indivíduos usuários dessas plataformas de tecnologia e interação, além de um programa de espionagem governamental que infringiu uma série de tratados diplomáticos entre o governo dos E.U.A. e dezenas de outras nações, incluindo países da União Européia e o próprio Brasil. 

Entre os documentos divulgados por Snowden estavam conversas da ex-presidente Dilma Rousseff com seus principais assessores.

O Caso Snowden não só apresentou ao mundo a extensão do risco que as tecnologias online podem oferecer para a privacidade dos indivíduos, como deflagrou uma série de crises diplomáticas entre o Estado Americano e outros governos ao redor do Mundo.

Logo que as informações divulgadas pelo programador ganharam as manchetes do planeta, o governo americano processou seu ex-funcionário por espionagem e vazamento de informações Sigilosas. Snowden, que deu suas primeiras entrevista em maio de 2013, enquanto estava em Hong Kong, um mês depois voou para Moscou, na Rússia, com quem os EUA não têm tratado de extradição, numa viagem apoiada pelo Wikileaks, de Julian Assange, que enviou militantes para ajudar na trânsito de Eduardo. Uma vez em solo Russo, Snowden enviou pedido de asilo para 21 países, entre eles o Brasil, dos quais apenas três se dispuseram a recebê-lo: Venezuela, Bolívia e Nicarágua. O técnico em computação, porém, acabou ficando na Rússia ao ter seu pedido de asilo aceito pelo país, onde permanece até hoje em local desconhecido.

Mas, afinal, por que essas plataformas de tecnologias têm tanto interesse nas informações pessoais de seus usuários?

A proposta inicial desses mecanismos era atender a interesses comerciais e publicitários.

Plataformas como o Google se aproveita das buscas que você faz para, a partir dela, começar um processo de assédio por meio de publicidades direcionadas, que são veiculadas ininterruptamente no Gmail, youtube ou em qualquer pixel reservado ao Adsense nos sites que visitamos para os mais variados fins. 

Enquanto o Facebook pode ser considerado pouco mais invasivo. Na medida em que não espera que ninguém faça uma busca ou forneça voluntariamente termos e temas de interesse. Ele apenas utiliza de cada clique, curtida, compartilhamento e postagens para alimentar algoritmos criados para os mais variados fins, que traçam nosso perfil psicológico e nos posiciona em grupo de interesses que poderão ser utilizados por qualquer empresa, iniciativa ou indivíduo disposto a despender dinheiro para direcionar conteúdo para públicos específicos, quase sempre interessado em produzir comportamentos pré-determinados, com comprar um produto, acessar um link, assinar um serviço ou até votar em um candidato a presidente.


CAMBRIDGE ANALYTICA

O últimos dos três casos pode ser melhor definido como invasão de privacidade e manipulação de audiência do que propriamente espionagem. Mas, sem dúvidas, é o mais emblemático dos escândalos e, infelizmente, foi o que mais gerou impacto social a nível global. 

A série de denúncias envolvendo a agência de coletas e análise de dados Cambridge Analytics mostrou ao mundo as consequências que podem ser geradas ao oferecer informações pessoais de milhões de indivíduos para grupos dispostos a utilizarem de qualquer estratégia e discurso de comunicação para alcançar seus objetivos, que neste caso específico foi a conquista de poder por vias eleitorais.

A Cambridge Analytica foi fundada por cientistas de dados vinculados ao partido republicano, que ao lado do Democratas são os dois grandes partidos políticos dos EUA. Entre seus fundadores mais notórios está Steve Bennon, que assumiu um papel definitivo na campanha eleitoral que levou Donald Trump à Casa Branca e, posteriormente, se tornou o conselheiro estratégico do presidente.

O projeto utilizado pela C.A. em todas as eleições nas quais atuou foi baseado em uma experiência de Michal Kosinski e David Stillwell, ambos especialistas em estudos de personalidades formados pela Universidade de Cambridge. Juntos, os dois pesquisadores se orgulhavam de serem capazes de traçar um perfil psicométrico preciso dos usuários a partir das publicações que eles sinalizavam com o botão "Curtir" do facebook.

A serviço da C.A. e integrados com outros pesquisadores, analistas e programados, o grupo desenvolveu uma série de páginas e aplicativos de testes de personalidade no estilo do 'MyPersonality', que acumulou mais de seis milhões de resultados obtidos a partir de respostas deixadas por usuários ao responderem perguntas divertidas e evasivas sobre comportamento no estilo "Qual Pokémon Você Seria?" - "Para qual Casa você iria em Hogwarts" - "Qual personagem da série Friends você seria". As questões, a princípio, pareciam inocentes, mas subjetivamente acumulavam informações específicas dos usuários, como a tendência para se envolver e finalizar projetos, o quão vingativo cada pessoa poderia ser, Se tinham um perfil ativo ou passivo mediante as ações sociais, O nível de satisfação diante da quadro político, entre tantos outros apontamentos.

Em números totais, a C.A. acessou os dados de mais 87 milhões de usuários do facebook sem autorização. 

Segundo Alexander Nix, o então CEO da C.A.: "Se você conhece a personalidade das pessoas que você quer atingir você pode adequar sua mensagem para ressoar de forma mais efetiva nesses públicos-alvo chave."  Numa afirmação que poderia ser traduzida em: se você conhece o perfil psicológico do seu público-alvo é mais fácil produzir informações capazes de manipular o comportamento desse público.

E na prática representou o disparo massivo de informações, muitas vezes mentirosas e inventivas, criadas para atingir públicos específicos, justamente o de psicológico mais suscetível à natureza panfletista das mensagens.

O resultado das estratégias de campanha traçadas pela C.A. foi um sucesso em países como EUA, ao eleger Donald Trump. A agência também atuou nas eleição e reeleição de Uhuru Kenyatta, presidente de Quênia, em mais uma campanha baseada na disseminação de notícias falsas criadas para gerar medo e revolta na população. A C.A. também exerceu influência direta no resultado das eleições dos países República Tcheca, Ucrânia e Malásia e no Brexit, o plebiscito popular que culminou com a saída do Reino Unido da União Europeia. 

Em muitas campanhas e países, a agência não utilizou o seu nome oficial, recorrendo à sua primeira versão, conhecida como SCL Group, e em outras atuou de forma sigilosa. O que se sabe é que, no total, a empresa pode ter sido acionada em mais de 100 campanhas eleitorais em cinco continentes. 

Um dos melhores conteúdos sobre a estratégia de atuação e os efeitos da C.A. nas eleições americanas podem ser visto na Netflix, no documentário Privacidade Hackeada, dirigido por Karim Amer e Jehane Noujaim. O filme se baseia no depoimento de Brittany Kaiser, uma analista de dados que, ao se associar à C.A., passou de militante de direitos humanos para uma das peças centrais da campanha de Donald Trump.


CONCLUSÃO

É claro que não podemos deixar de reconhecer o quanto as tecnologias de informação e comunicação transformaram positivamente a maneira como absorvemos, interagimos, produzimos e publicamos conteúdo informativo e criativo, em muitas linguagens e esferas sociais diferentes. A verdade é que a internet e os espaços de socialização na rede despertou em nós um sentido de globalidade que nenhum outro meio de comunicação foi capaz. E isso é bom, promove uma efetiva democratização do conhecimento e permite que muitas narrativas diferentes para um mesmo acontecimento ou uma mesma realidade possam ser criadas e divulgadas em larga escala. O que, por si só, impede a validade de um único ponto de vista ou interpretação para qualquer fato social.

O grande viés negativo dessa transformação é quando esses mesmos mecanismos de aproximação entre indivíduos e culturas diversas são utilizados para promover a desinformação, a discriminação, o extremismo ideológico e a instabilidade social ao mapear e explorar as fraquezas e brechas que cada indivíduo carrega.

A lição que podemos tirar de todos esses escândalos é que uma armadilha informativa pode estar escondida na postagem mais atraente, engraçada e, aparentemente, inofensiva. E se há poucos anos atrás acreditávamos que a matéria-prima mais preciosa do mundo moderno era o petróleo, hoje sabemos que os dados e a informação alcançou um valor e uma importância equivalente, senão maior. E o grande indicador dessa afirmação está no fato das organizações mais ricas e poderosas da atualidade serem as empresas de tecnologia da informação.

K-POP: ENTENDA PORQUE É TÃO COMUM CASOS DE SUICÍDIO ENVOLVENDO ARTISTAS DESSA INDÚSTRIA MUSICAL

EXCESSO DE TRABALHO, PADRÃO DE BELEZA E DE COMPORTAMENTO IDEALIZADOS E COBRANÇAS SOCIAIS MARCAM A REALIDADE DAS ESTRELAS DO ESTILO QUE VIROU FENÔMENO MUNDIAL

Surgido no início dos anos 90, o Korean Pop, conhecido mundialmente como K-pop, se destaca como um estilo que une uma forte presença de música eletrônica, apesar de utilizar variados ritmos como base, e um impecável apreço estético, quase sempre ajudados por manipulação digital de imagens. Mas apesar da aparente perfeição audiovisual, o lado avesso, ou melhor, humano, do fenômeno musical é bastante complexo e um pouco assustador se analisarmos o contexto social que produz e mantém o mundo K-Pop como um cenário propício para o desenvolvimento de distúrbios e doenças psicológicas entre os artistas e, como verão, a população como um todo.

Para entender esse ponto de vista temos que começar pela sociedade sul coreana, que apesar de ter uma das economias que mais se desenvolveram nas ultimas décadas, saindo de um país subdesenvolvido agrícola para uma das maiores potências mundiais, por outro lado, detém a maior taxa de suicídio do mundo desenvolvido. Resultado de um sistema educacional voltado para "produção" de indivíduos altamente competitivos, evocando o sentido de individualidade, e que precisam estar sempre "dando o melhor de si" para alcançarem posições de liderança e destaque na sociedade. Um perfil dentro do qual alguns podem se ajustar facilmente, mas outros precisam ter suas características mais pessoais mutiladas para que possam se encaixar. É uma avaliação superficial da sociedade, sim, mas é verdadeira e ajuda a compreender o estigma que marca os artistas do K-pop. Pois esse estilo musical , que movimenta valores dignos de uma grande indústria,  serve apenas como um exemplo do quadro social geral. E por ser o cartão postal do país, tudo o que acontece com os personagens dessa indústria ganha grandes proporções, principalmente quando consideramos a importância desses ídolos têm para a cultura local.

Grupo F(x): Sulli, no centro da imagem, foi encontrada morta em seu apartamento.
Ilustrando essa afirmação, temos o governo sul coreano regulando cada contrato musical envolvendo a indústria do KPop. Um caminho natural se pensarmos que foi o próprio governo quem financiou a alavancada do estilo dentro da Coréia e outros países asiáticos ao perceber o potencial econômico do setor. Começando a engrossar o caldo, vem o fato da sociedade sul coreana, como um todo, ser extremamente conservadora e com pouco acolhimento para comportamentos que remetam a desalinhamentos morais, uso de drogas, expressão quanto a posicionamentos políticos, sexualidade fora dos padrões (heterossexuais). Até mesmo o envolvimento sexual entre colegas de banda são aspectos e posturas negativas aos olhos do público. Que costuma não ter piedade na hora de criticar e condenar essas "falhas", muitas das vezes através das redes sociais. Mas se considerarmos a mídia atuando como um tribunal social, os veículos de comunicação também carregam sua parcela de responsabilidade pelo construção desse ambiente hostil à espontaneidade.

Juntando tudo isso ao fato de que desde muito cedo os artistas  precisam começar a se dedicar a aulas de dança, canto e interpretação, passando por anos de treinamento até que estejam no mesmo nível das grandes estrelas, para então tentarem uma estréia entre as gravadoras e produtoras do setor; indo além, devem atender a padrões estéticos muito rígidos para se enquadrarem no perfil que os fãs esperam encontrar em seus ídolos. E tendo sempre a consciência de que, em geral, as bandas ficam muito pouco tempo no topo da indústria. Então, uma vez que conseguem algum destaque, seus integrantes devem se dedicar 100% à carreira, o que significa trabalhar muito, descansar pouco e passar longos períodos longe da família e dos amigos. 

Trata-se de um padrão de comportamento muito limitado e cruel em que os artistas precisam se enquadrar se não quiserem se tornar alvo de críticas e perseguições por parte dos fãs. É como se, ao decidirem se tornar estrelas musicais, eles precisassem entrar dentro de um cubo e nele permanecer enquanto estiverem fazendo sucesso, para não pôr a perder o trabalho de toda uma vida  por uma questão de "capricho". 

Piorando ainda mais o quadro, a depressão em si é vista com muito preconceito por parte da população, que considera a doença uma "fraqueza moral" e vê o suicídio como um ato de covardia, fazendo com que indivíduos depressivos não só sejam descreditados da devida atenção como se tornem alvo de... Mais críticas!

Dedicação excessiva, cobrança excessiva e competitividade excessiva. Assim fica estabelecido um terreno fértil, em vários níveis diferentes, para o surgimento e desenvolvimento de vícios, dependências e distúrbios psicológicos, que têm o seu ponto mais crítico nas tentativas de suicídio, sejam conscientes, diretas ou indiretas - através do uso exagerado de drogas.

Então, quando nos depararmos com manchetes noticiando o afastamento, uma overdose ou tentativas de e suicídios efetivos de artistas do K-Pop, precisamos entender que não se tratam de casos isolados ou fatalidades, é o resultado previsível da soma de todos esses fatores atuando ao mesmo tempo sobre indivíduos de grande necessidade expressão, mas tolhidos desse exercício. São gritos por socorro em alto e bom som, reclamando uma atenção que, enquanto não for dada, permanecerá gerando perdas crescentes e contínuas.
.
.

ENTRANTES, INFERYNS, AVATARES, ARQUÉTIPOS: CONSCIÊNCIAS ELEVADAS EXPERIENCIANDO A VIDA DENSA

FRACIONAMENTO DE CONSCIÊNCIA, CONTROLE DE ENCARNAÇÕES TERRENAS, ORIENTAÇÃO DE GRANDES CONTINGENTES A PARTIR DE UMA MESMO CANAL - CONHEÇA COMO AS CONSCIÊNCIAS ELEVADAS ACESSAM E CONTROLAM INDIVÍDUOS MENOS EVOLUÍDOS

Segundo a autora de PRISMAZZY, Assiz de Andrade, uma prática comum entre as consciências superiores, sejam as positivas (que evoluíram pelo amor) ou negativa (que evoluíram pelo domínio), é o fracionamento de consciência: quando indivíduos separam um fragmento da própria essência para que ela possa animar uma vida nos planos inferiores, geralmente ambientes densos, que utilizam menos o corpo astral para cumprir as determinações da investida (encarnação).

A partir dessa prática é possível que eles tenham vasto acesso e capacidade de interferência nos acontecimentos que ocorrem nesses planetas. Além do que, podem usar essas conexões diretas para ajudarem os semelhantes e o inconsciente coletivo dessas esferas a evoluírem. Mas pela via negativa através do Inferyns e Entrantes as consciências de grande poder de dominação também atuam continuamente para impedir que espécies evoluam através da energia do amor, pois isso significa perda de território e de grandes contingentes de escravos.

Outra forma de manipular as vibrações e, com isso, o comportamento e padrão de pensamento de grandes contingentes de indivíduos, é atuando nos arquétipos de personalidade. Que seriam basicamente modelos de personagens gravados no inconsciente coletivo das civilizações, através dos quais os seus integrantes se pautam para atuarem socialmente. Então, quando uma informação é gravada ou alterada na codificação de um arquétipo, todos os indivíduos que estão vibrando nele respondem a essa mudança apresentando um novo modelo de pensamento e, por consequência, de comportamento. Um estigma do qual, quanto mais elevada é a consciência, menor é a sua suscetibilidade, pois evoluir significa construir, aos poucos, o seu próprio arquétipo que em algum momento poderá angariar e acumular seus próprios "seguidores". Conforme vemos acontecer com as ideologias religiosas ou políticas, mas com a diferença de que os arquétipos atuam de maneira subliminar, o que o torna ainda mais influente.

Para tornar todo esse movimento oculto ainda mais dinâmico, a autora acrescenta que, além de toda essa interferência externa, cada plano ou dimensão em si segue uma constante escalada e descida dos níveis vibracionais. Que se tratam de ciclos Multiversais atravessados por tudo o que existe no Cosmos. Então, sempre haverão períodos mais propícios para as sombras ou para a luz prevalecerem. E atualmente nós estamos saindo de um período de sombra e prestes a entrar em um momento de grande elevação de frequência que, se aproveitada pela humanidade, poderá nos provocar uma acentuada ascensão evolutiva.

Para saber mais sobre consciências evoluídas, conheça a publicação PRISMAZZY, disponível no blog: http://Prismazzy.blogspot.com

SOUTH PARK MIRA NA CHINA PARA ATINGIR HOLLYWOOD: ENTENDA PORQUE A SÉRIE FOI BANIDA DO PAÍS ASIÁTICO

DEPOIS DE CRIAR UM EPISÓDIO EM QUE IRONIZA A CENSURA INSTITUCIONAL CHINESA, O DESENHO FOI COMPLETAMENTE ELIMINADO DA INTERNET E DOS MEIOS DE REPRODUÇÃO DO PAÍS

Conhecida pelo humor ácido e as impagáveis sátiras a situações e personagens factuais - que por vezes beiram, e as vezes ultrapassam, os limites éticos - a polêmica série norte americana vêm colecionando inimigos e fãs ao longo de suas 23 temporadas. E, seguindo a própria tradição, dessa vez decidiram mexer na ferida exposta do governo Chinês: criaram um episódio mirando na implacável censura estabelecida no país. Em resposta, a China removeu o nome da série de todas os sites, redes sociais e plataformas de Streaming, que por lá têm versões alternativas aos nossos conhecidos Google, Twitter, Facebook, Netflix, entre outros.

Mas quando analisamos a situação com um pouco mais de atenção, percebemos que a crítica foi muito mais à postura que os grandes estúdios de Hollywood vêm adotando para se adequar às normas culturais e políticas impostas pelos sensores chineses visando abocanhar esse grande mercado consumidor de entretenimento.

No episódio da discórdia, intitulado "Band in China", o personagem Randy Marsh faz uma viagem à China com o objetivo de estabelecer novos contatos e expandir a produção e venda de maconha da sua família. Ao chegar lá, Randy é preso e experimenta condições e tratamentos precários e desumanos. Em paralelo a esta ação, na cidade de South Park, Stan era convidado para participar de uma produção hollywoodiana juntamente com sua banda. Porém, para que se ajustassem às regras e padrões dos censores chineses, teriam que fazer uma série de distorções e cortes na biografia e no comportamento dos integrantes.

O objetivo do episódio era, afinal, condenar a complacência de Hollywood provocando a China, pois assim o causo teria a repercussão necessária para fazer a crítica ganhar as merecidas proporções. Mas com essa cartada acabaram promovendo também uma grande ação de marketing espontâneo (ou não) para a série. Pois a notícia correu o mundo, ao menos o mundo livre da censura, sem que os produtores desembolsassem qualquer quantia com publicidade.

E como se confirmasse o risco calculado, ao saber das determinações do governo comunista, os criadores do desenho mantiveram a linha escrachada e responderam às proibições de maneira sarcástica: postaram no perfil do twitter dedicado ao desenho uma irônica saudação à decisão do governo chinês, fizeram novas provocações se referindo à visão puramente comercial dos criadores de entretenimento e publicaram Este Link para quem deseja assistir ao episódio que desencadeou a discórdia.
_____

Fonte: Veja | Observatório do Cinema | Vice | Exame


"TODOS VIVEMOS UMA MONTANHA RUSSA EMOCIONAL. E NÃO É RUIM." AFIRMA DOUTOR EM PSICOLOGIA

SEGUNDO TAL BEN-SHAHAR, PROFESSOR DE HARVARD, "EM MÉDIA, A FELICIDADE DEPENDE 50% DA GENÉTICA, 40% DAS ESCOLHAS PESSOAIS e 10% DO AMBIENTE."
Durante participação no EnlightED, evento que fala sobre o futuro da educação e sua relação com a tecnologia, o psicólogo israelense Tal Ben-Sharar, condecorado doutor pela Universidade de Harvard, onde lecionou por 25 anos, afirmou que um dos maiores aliados do estresse é a necessidade das pessoas de estarem felizes o tempo inteiro. O que seria improvável de ocorrer, primeiro por conta da natureza humana, pois cada indivíduo possui uma predisposição genética onde padrões cerebrais associados à sensação de felicidade, Depressão, raiva, alegria, ansiedade, atuam mais em alguns que em outros, em variados níveis; segundo por conta da nossa cultura social, a alta carga de informação negativa e a instável relação com o tempo, onde o descanso efetivo, que não se refere apenas ao sono, é constantemente deixado de lado em favor de compromissos diversos.

"Não é possível estar feliz sempre. As emoções negativas, como a raiva, o medo e a ansiedade, são necessárias para nós. Só os psicopatas estão a salvo disso. O problema é que, por falta de educação emocional, quando as sentimos as rejeitamos, e isso faz que se intensifiquem e que o pânico nos domine. Se bloqueamos uma emoção negativa, igualmente bloquearemos as positivas. É preciso sentir o medo e sermos conscientes de que vamos em frente mesmo com ele. Não é resignação, e sim aceitação ativa." - Afirmou Ben-Shahar.

E caminhando ao lado do estilo de vida pós-moderno, corrido e mecanizado, há um elemento que impede que o indivíduo possa viver livre de grandes expectativas, por si só é uma das maiores causas de frustrações e, consequentemente, do desenvolvimento da depressão: as redes sociais. De forma crescente, elas oferecem um desfile de felicidade, sucesso e saúde em equilíbrio, onde os indivíduos promovem um estilo de vida que não condiz com suas realidades e se transformam em complexos empecilhos na busca por um bem estar efetivo de seus seguidores,  porque atuam de maneira subliminar e, segundo o psicólogo, o fato de uma pessoa não conseguir ser tão feliz, bem sucedido e bem relacionado quanto os avatares parecem ser nas redes sociais faz com que ela se sinta péssima, acreditando que em algum momento da vida tomou caminhos e fez escolhas erradas. Quando na verdade sabemos que a vida que os indivíduos publicam nas postagens se refere apenas à história que cada um quer contar sobre si mesmo.

Para ler a entrevista completa, acesse a matéria publicada no EL PAÍS Brasil acessando Este Link.



O ÚLTIMO AVANÇO DA FÍSICA QUÂNTICA: A MOLÉCULA OCUPANDO DOIS LUGARES AO MESMO TEMPO

O DESEMPENHO JÁ OBSERVADO COM ELÉTRONS E ÁTOMOS AGORA FOI REPETIDO PELA MOLÉCULA: AO SE COMPORTAR COMO ONDA FOI CAPAZ DE "ESTAR" EM DOIS LUGARES SIMULTANEAMENTE
A matéria ocupando dois lugares ao mesmo tempo: sim, isso talvez seja algo impensável para um ser humano, que para se locomover de um ponto a outro precisa queimar centenas ou milhares de calorias dependendo da distância que separa os dois pontos. Mas para cientistas quânticos não é novidade. Não quando se tratam de partículas.

A primeira vez que o fenômeno foi observado, em 1924, num experimento liderado pelo físico francês Louis de Broglie, um só elétron, a menor parte do átomo, quando lançado contra uma "parede" apresentando duas frestas,  atravessava ambas as aberturas ao mesmo tempo ao se comportar como onda. Porém, ao alcançar o outro lado da parede voltava a se apresentar como partícula e, com isso, ocupar apenas um ponto no espaço. E como se não bastasse esse efeito "mágico", algo ainda mais interessante foi descoberto: o olhar do observador é que determinava se um elétron se comportaria como onda ou como partícula.

É claro que o fenômeno, batizado como Dupla Fenda, acontecia dentro de milésimos de segundos e eram protagonizados por partículas impassíveis de serem detectadas pelo olhar humano. Mas este foi apenas o despertar da física quântica, que continuou seu avanço durante as décadas seguintes. Até que em 1996 dois físicos americanos conseguiram observar o mesmo comportamento sendo repetido por um átomo, que além do elétrons, também detém prótons e nêutrons em sua formação. Mais uma vez, o fenômeno se deu por milésimos de segundos e sob efeito da observação humana, o que, de acordo com o primeiro experimento, atua como um componente determinante no resultado.

O mais recente capítulo dessa saga quântica aconteceu no inicio de Outubro de 2019, quando uma equipe internacional de cientistas observaram a façanha sendo repetida por moléculas criadas em laboratório, compostas por 2000 átomos entre outros elementos. Um avanço que aproxima um pouco mais as duas escolas de física, que até os dias atuais nunca foram capazes de "conversar" entre si uma vez que os resultados observados em escala quântica não se repetem nem se aplicam em escala macro.
_______________________

Fontes: TechMundo | Super Interessante | Hipercultura


A VIDA SEM DATAS, CALENDÁRIOS E RELÓGIOS EXPERIENCIADA PELAS CONSCIÊNCIAS SUPERIORES

ELES NÃO COMEMORAM ANIVERSÁRIO, NÃO POSSUEM IDADE NUMÉRICA E NEM SÃO CAPAZES DE QUANTIFICAR E CONTABILIZAR O TEMPO


Imagine você! Nascer no norte da África durante um dia de Sol e alguns instantes depois estar sob uma noite estrelada no Sul da Ásia. Antes que essa noite vire dia, você já voltou para a África, mas dessa vez está habitando um fim de tarde em Ruanda, no eixo central do continente. E da mesma forma que você pode oscilar entre territórios do planeta em questão de segundos, você também pode surgir em outras orbes da nossa galáxia ou de outras dimensões de um instante para outro. Isso é viver em Tempo Espiral. E a questão mais importante desse tipo de experiência é que, independente do lugar que você esteja ocupando, a sua maior preocupação é ser capaz de equilibrar sua frequência e assumir o governo da própria vibração energética, porque essa é a única maneira de comandar sua localização. A partir de então, você será capaz de ocupar o espaço desejado pelo período que achar necessário.

Diferente do tempo contado ou tempo linear, o Tempo Espiral não está entroncado ao espaço físico. Isso significa que, uma vez nele, o indivíduo navega ao sabor das nuances do electromagnetismo e  sua localização varia de acordo com as vibrações que está emitindo a cada momento. Baseada nessas leis Multiversais, a autora de Prismazzy (Conexões Hágora vol. I) afirma que é impossível determinar e contabilizar a idade dos indivíduos regidos pelo Tempo Espiral porque o amadurecimento de cada um se desenvolve de acordo com o conhecimento acumulado e as etapas concluídas. De maneira que nesses níveis de existência, a morte, ao invés de ser vista como uma interrupção na caminhada ou mesmo um fim incontornável, se transforma num marco transcendental que vai levar o indivíduo para um novo nível de consciência.

—  Assim é a investida (o que entendemos como encarnação) dos Yahloz Prismazzyans. Eles não comemoram aniversário, assim como seriam incapazes de determinar quanto tempo pode durar a infância, a juventude ou a velhice, pois esses períodos da vida podem ser atravessados muito rapidamente ou perdurar por um tempo que para nós seria chamado de séculos. Mas como eles não contabilizam a passagem de tempo, por falta de referência com o espaço, também não se preocupam em acelerar processos ou evitar o amadurecimento, eles apenas são o que sentem continuamente. E qualquer indivíduo, de qualquer espécie, que conseguir atingir esse equilíbrio de consciência, também não se preocuparia com a idade que tem e o quanto que ainda precisa percorrer para alcançar o próximo estágio da vida. —  Afirmou a Autora.

Para entender melhor sobre a forma de existir da civilização Yahloz, confira o livro Prismazzy, editado e publicado através da parceria entre a autora, Assiz de Andrade, e a editora Primeiro Capítulo, que está disponível no endereço: www.Prismazzy.blogspot.com 




O MELHOR ANTÍDOTO CONTRA A DEPRESSÃO É O AUTOCONHECIMENTO

AUTORA DO LIVRO OLHAR EM NEGATIVO AFIRMA QUE EM ALGUM ESTÁGIO DA VIDA TODOS ACABAM MERGULHANDO EM PERÍODOS "SOMBRIOS". MAS POUCOS SABERÃO UTILIZAR ESSE MOMENTO PARA O CRESCIMENTO PESSOAL

Não é novidade que desde o início do milênio a população da Terra vem atravessando uma grave pandemia de Depressão. E apesar da OMS, em parceria com as organizações nacionais de saúde, ter intensificado os esforços no combate à doença, através da criação de campanhas de prevenção e fortalecimento das estruturas de tratamento, os números apontam seu contínuo avanço, assim como do desenrolar mais crítico e incontornável do agravamento do quadro: o suicídio.

Graças à ação gradual e sutil da depressão no organismo psicológico e emocional dos indivíduos, seus sintomas acabam sendo confundidos com outras doenças, como ansiedade, enxaqueca, síndrome do pânico, fibromialgia, baixa imunidade, entre tantos mais, variando de acordo com as predisposições que cada pessoa tem para um certo grupo de doenças.

Mas apesar do nítido agravamento do quadro depressivo da humanidade, é justo afirmar que esse período também produziu milhares de histórias de superação. Uma dessas é da autora Assiz de Andrade, que não só superou a depressão como utilizou um de seus maiores aliados contra a doença, a escrita literária, para produzir um marco desse triunfo pessoal: o livro OLHAR em NEGATIVO, publicado pela editora Ficções. Uma coletânea de contos que aborda personagens contemporâneos atravessando instantes de profunda solidão, mesmo quando rodeados de outras pessoas, e imersão sensorial, produzindo uma leitura da realidade altamente doentia e subjetiva, que provoca a queda desses indivíduos para uma dimensão existencial toda própria, negativa, e da qual apenas ele é capaz de encontrar uma saída. O que faz com que Assiz de Andrade conclua que, tanto a depressão quanto os contos que escreveu para o seu livro, se tratam de passagens de um grande processo de autoconhecimento:

—  Eu acredito que a depressão, apesar de se tratar de um estado de espírito fundamentalmente desagradável, em que nada no mundo externo parece ter foças para nos atrair à uma vivência e convivência satisfatória, também pode ser entendida como um grande chamado para o autoconhecimento. Pois se a vida prática já não se mostra capaz de produzir estímulos que nos mantenha conectados à realidade, é hora de desbravarmos o nosso universo interior para encontrarmos ou mesmo construir nele um ambiente agradável para o nosso espírito. E essa descoberta só pode ser alcançada através do autoconhecimento.

Quem pensa que as passagens do livro se tratam de estafantes narrativas envoltas num universo todo abstrato, se engana. Pois a autora se preocupou justamente em manter a realidade atuando como o motor desses mergulhos. A partir de momentos rotineiros, práticos e até mesmo banais, os personagens se veem à frente de um espelho íntimo, onde a única vista possível é a da própria individualidade:

—  Eu poderia definir os contos do livro como gritos de autoafirmação que os personagens dão diante do mundo, que muitas vezes pode parecer estar seguindo em direção contrária. Mas nem sempre é assim, pois na verdade cada indivíduo tem sua própria direção e ele só consegue percorrer o seu caminho de maneira digna e livre se tiver total conhecimento e domínio da força que carrega em seu íntimo. É sobre isso que trata o livro, são fotografias nítidas de mergulhos subjetivos, onde os personagens precisam traduzir e desvendar os conflitos mais profundos para serem capazes de emergir à realidade fortalecidos e dispostos a prosseguir sua caminhada.

E pelo fato da Depressão ainda não ter sido completamente compreendida e decodificada por médicos, psicólogos e cientistas, temos admitir que, por enquanto, a doença tem vencido com folga a guerra contra a humanidade. Num combate que já beira duas décadas de extensão, mas parece estar muito longe de acabar. Já que a nossa espécie veio, através dos tempos, derrotando seus maiores vilões epidemiológicos por meio do conhecimento e do esforço conjunto. E não vai ser diferente com este ou outros inimigos do terceiro milênio.

O livro OLHAR em NEGATIVO está disponível para compra juntamente com a autora através DESTE LINK, assim como em diversas livrarias e plataformas virtuais de venda.




INTERNET LUCRATIVA: APLICATIVO TROCA HORAS DE NAVEGAÇÃO POR BITCOINS

CONHEÇA O PROGRAMA QUE GARIMPA BITCOINS ENQUANTO O USUÁRIO ACESSA E NAVEGA PELA REDE

Os mais aficionados por economia digital sem dúvidas sabe que o Bitcoin é a moeda digital mais valorizada do mercado financeiro, onde cada Cripto Moeda varia entre U$ 8.000,00 e U$ 11.000,00 - o equivalente à margem de R$ 32.000,00 e R$ 45.000,00 -, numa cotação baseada em fatores como oferta e procura, número de carteiras ativas e quantidade de estabelecimentos que aceitam a moeda digital como pagamento.

Mas o que mais difere o Bitcoin das moedas tradicionais, com cotação controlada pelo FMI em conjunção com o banco central de cada país, é a maneira de produzi-la. Se quando um indivíduo precisa ganhar dinheiro, a ação mais óbvia é procurar um emprego, onde poderá vender sua força de trabalho em troca de um salário, ou mesmo oferecer algum produto ou serviço para sociedade, novamente, em troca de um determinado valor em dinheiro, com as Cripto moedas é diferente. Para produzi-las é preciso garimpar na rede, e só conseguimos isso através do acesso à internet. Pois as moedas digitais são produzidas a partir do bytes e bites gerados pela troca de informações inerentes a toda navegação online. E como sabemos que dinheiro não cai do céu nem dá em árvore, para criar uma carteira e garimpar bitcoins o site oficial da moeda exige que cumpramos uma série de etapas e procedimentos que demandam tempo e algum conhecimento a respeito de informática e tecnologia da informação.

Visando facilitar e criar uma ponte entre o usuário médio da rede e o livre garimpo de Bitcoins, foi desenvolvido o CriptoTab, um navegador de internet que promove o garimpo de Bitcoins ao mesmo tempo em que internautas estão acessando, interagindo, pesquisando ou criando conteúdo online De maneira que para começar a garimpar é necessário apenas que o usuário baixe, instale e utilize o navegador sempre que for fazer qualquer processo online. Como facilitador, o aplicativo permite que vejamos o saldo em Bitcoins, controlemos a velocidade de garimpo e o mais importante: oferece a conversão simultânea da cripto moeda em Dollar Americano, além de permitir a transferência do valor garimpado para a conta do internauta a qualquer instante.

Indo além da praticidade, todo usuário do serviço ganha a possibilidade de intensificar a efetividade de seu garimpo ao compartilhar o seu link de referência para outras pessoas. O que vai fazer com que ele produza maiores valores de Bitcoins cada vez que tiver um novo afiliado utilizando o seu link para garimpar.

O download para a utilização do aplicativo no computador ou no Smartphone, está disponível NESTE LINK. Depois de instalado o serviço vai pedir algumas informações pessoais do internauta para a abertura de conta. E pronto! A partir de então a sua navegação na internet vai ser revertida em garimpo de Bitcoins.


FAKE NEWS PRESIDENCIAL

DURANTE PALESTRA, EXECUTIVO DO WHATSAPP ASSUMIU PELA PRIMEIRA VEZ QUE FORAM FEITOS DISPAROS ILEGAIS DE MENSAGENS ATRAVÉS DA PLATAFORMA DURANTE AS ULTIMAS ELEIÇÕES

Ben Supple, gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, durante uma palestra no Festival Gabo, admitiu  que o disparo ilegal de mensagens, muitas vezes mentirosas, foi uma constante durante a campanha presidencial das ultimas eleições brasileiras, que culminou com a vitória do candidato Jair Bolsonaro.

Segundo o executivo, "Na eleição brasileira do ano passado houve a atuação de empresas fornecedoras de envios maciços de mensagens, que violaram nossos termos de uso para atingir um grande número de pessoas". Ben também afirmou que, motivado por esse tipo de ação, a plataforma limitou o número de encaminhamento de mensagens de 200 para, no máximo, 20 pessoas. E como consequência bloqueou centenas de milhares de contas por violação das regras e compartilhamento de notícias falsas. Em Janeiro deste ano, o limite caiu ainda mais, de 20 para 5 o máximo de reencaminhamento de uma mesma mensagem.

Como medida de prevenção para esse tipo de ação, Ben Supple aconselha aos usuários: "Nossa visão é: não entre nesses grupos grandes, com gente que você não conhece. Saia desses grupos e os denuncie".

Outro fator que ajudou na proliferação das chamadas fake news foi o fato das empresas brasileiras envolvidas nas campanhas terem contratado disparos de empresas estrangeiras para dificultar a fiscalização por parte da justiça eleitoral, assim como não declaravam os valores gastos nas contas de campanha dos candidatos, o que configura crime eleitoral.

A interferência da disseminação de notícias falsas através das redes sociais durante as eleições de 2018 está sendo investigada pela CPI da Fake News.
_____________________________________________
#EleiçõesDasFakeNews

Fonte: Folha de São Paulo
TechTudo
EL PAIS Brasil