A VIDA SEM DATAS, CALENDÁRIOS E RELÓGIOS EXPERIENCIADA PELAS CONSCIÊNCIAS SUPERIORES

ELES NÃO COMEMORAM ANIVERSÁRIO, NÃO POSSUEM IDADE NUMÉRICA E NEM SÃO CAPAZES DE QUANTIFICAR E CONTABILIZAR O TEMPO


Imagine você! Nascer no norte da África durante um dia de Sol e alguns instantes depois estar sob uma noite estrelada no Sul da Ásia. Antes que essa noite vire dia, você já voltou para a África, mas dessa vez está habitando um fim de tarde em Ruanda, no eixo central do continente. E da mesma forma que você pode oscilar entre territórios do planeta em questão de segundos, você também pode surgir em outras orbes da nossa galáxia ou de outras dimensões de um instante para outro. Isso é viver em Tempo Espiral. E a questão mais importante desse tipo de experiência é que, independente do lugar que você esteja ocupando, a sua maior preocupação é ser capaz de equilibrar sua frequência e assumir o governo da própria vibração energética, porque essa é a única maneira de comandar sua localização. A partir de então, você será capaz de ocupar o espaço desejado pelo período que achar necessário.

Diferente do tempo contado ou tempo linear, o Tempo Espiral não está entroncado ao espaço físico. Isso significa que, uma vez nele, o indivíduo navega ao sabor das nuances do electromagnetismo e  sua localização varia de acordo com as vibrações que está emitindo a cada momento. Baseada nessas leis Multiversais, a autora de Prismazzy (Conexões Hágora vol. I) afirma que é impossível determinar e contabilizar a idade dos indivíduos regidos pelo Tempo Espiral porque o amadurecimento de cada um se desenvolve de acordo com o conhecimento acumulado e as etapas concluídas. De maneira que nesses níveis de existência, a morte, ao invés de ser vista como uma interrupção na caminhada ou mesmo um fim incontornável, se transforma num marco transcendental que vai levar o indivíduo para um novo nível de consciência.

—  Assim é a investida (o que entendemos como encarnação) dos Yahloz Prismazzyans. Eles não comemoram aniversário, assim como seriam incapazes de determinar quanto tempo pode durar a infância, a juventude ou a velhice, pois esses períodos da vida podem ser atravessados muito rapidamente ou perdurar por um tempo que para nós seria chamado de séculos. Mas como eles não contabilizam a passagem de tempo, por falta de referência com o espaço, também não se preocupam em acelerar processos ou evitar o amadurecimento, eles apenas são o que sentem continuamente. E qualquer indivíduo, de qualquer espécie, que conseguir atingir esse equilíbrio de consciência, também não se preocuparia com a idade que tem e o quanto que ainda precisa percorrer para alcançar o próximo estágio da vida. —  Afirmou a Autora.

Para entender melhor sobre a forma de existir da civilização Yahloz, confira o livro Prismazzy, editado e publicado através da parceria entre a autora, Assiz de Andrade, e a editora Primeiro Capítulo, que está disponível no endereço: www.Prismazzy.blogspot.com