AUTORA DO LIVRO OLHAR EM NEGATIVO AFIRMA QUE EM ALGUM ESTÁGIO DA VIDA TODOS ACABAM MERGULHANDO EM PERÍODOS "SOMBRIOS". MAS POUCOS SABERÃO UTILIZAR ESSE MOMENTO PARA O CRESCIMENTO PESSOAL
Não é novidade que desde o início do milênio a população da Terra vem atravessando uma grave pandemia de Depressão. E apesar da OMS, em parceria com as organizações nacionais de saúde, ter intensificado os esforços no combate à doença, através da criação de campanhas de prevenção e fortalecimento das estruturas de tratamento, os números apontam seu contínuo avanço, assim como do desenrolar mais crítico e incontornável do agravamento do quadro: o suicídio.
Graças à ação gradual e sutil da depressão no organismo psicológico e emocional dos indivíduos, seus sintomas acabam sendo confundidos com outras doenças, como ansiedade, enxaqueca, síndrome do pânico, fibromialgia, baixa imunidade, entre tantos mais, variando de acordo com as predisposições que cada pessoa tem para um certo grupo de doenças.
Mas apesar do nítido agravamento do quadro depressivo da humanidade, é justo afirmar que esse período também produziu milhares de histórias de superação. Uma dessas é da autora Assiz de Andrade, que não só superou a depressão como utilizou um de seus maiores aliados contra a doença, a escrita literária, para produzir um marco desse triunfo pessoal: o livro OLHAR em NEGATIVO, publicado pela editora Ficções. Uma coletânea de contos que aborda personagens contemporâneos atravessando instantes de profunda solidão, mesmo quando rodeados de outras pessoas, e imersão sensorial, produzindo uma leitura da realidade altamente doentia e subjetiva, que provoca a queda desses indivíduos para uma dimensão existencial toda própria, negativa, e da qual apenas ele é capaz de encontrar uma saída. O que faz com que Assiz de Andrade conclua que, tanto a depressão quanto os contos que escreveu para o seu livro, se tratam de passagens de um grande processo de autoconhecimento:
— Eu acredito que a depressão, apesar de se tratar de um estado de espírito fundamentalmente desagradável, em que nada no mundo externo parece ter foças para nos atrair à uma vivência e convivência satisfatória, também pode ser entendida como um grande chamado para o autoconhecimento. Pois se a vida prática já não se mostra capaz de produzir estímulos que nos mantenha conectados à realidade, é hora de desbravarmos o nosso universo interior para encontrarmos ou mesmo construir nele um ambiente agradável para o nosso espírito. E essa descoberta só pode ser alcançada através do autoconhecimento.
Quem pensa que as passagens do livro se tratam de estafantes narrativas envoltas num universo todo abstrato, se engana. Pois a autora se preocupou justamente em manter a realidade atuando como o motor desses mergulhos. A partir de momentos rotineiros, práticos e até mesmo banais, os personagens se veem à frente de um espelho íntimo, onde a única vista possível é a da própria individualidade:
— Eu poderia definir os contos do livro como gritos de autoafirmação que os personagens dão diante do mundo, que muitas vezes pode parecer estar seguindo em direção contrária. Mas nem sempre é assim, pois na verdade cada indivíduo tem sua própria direção e ele só consegue percorrer o seu caminho de maneira digna e livre se tiver total conhecimento e domínio da força que carrega em seu íntimo. É sobre isso que trata o livro, são fotografias nítidas de mergulhos subjetivos, onde os personagens precisam traduzir e desvendar os conflitos mais profundos para serem capazes de emergir à realidade fortalecidos e dispostos a prosseguir sua caminhada.
E pelo fato da Depressão ainda não ter sido completamente compreendida e decodificada por médicos, psicólogos e cientistas, temos admitir que, por enquanto, a doença tem vencido com folga a guerra contra a humanidade. Num combate que já beira duas décadas de extensão, mas parece estar muito longe de acabar. Já que a nossa espécie veio, através dos tempos, derrotando seus maiores vilões epidemiológicos por meio do conhecimento e do esforço conjunto. E não vai ser diferente com este ou outros inimigos do terceiro milênio.
O livro OLHAR em NEGATIVO está disponível para compra juntamente com a autora através DESTE LINK, assim como em diversas livrarias e plataformas virtuais de venda.
Não é novidade que desde o início do milênio a população da Terra vem atravessando uma grave pandemia de Depressão. E apesar da OMS, em parceria com as organizações nacionais de saúde, ter intensificado os esforços no combate à doença, através da criação de campanhas de prevenção e fortalecimento das estruturas de tratamento, os números apontam seu contínuo avanço, assim como do desenrolar mais crítico e incontornável do agravamento do quadro: o suicídio.
Graças à ação gradual e sutil da depressão no organismo psicológico e emocional dos indivíduos, seus sintomas acabam sendo confundidos com outras doenças, como ansiedade, enxaqueca, síndrome do pânico, fibromialgia, baixa imunidade, entre tantos mais, variando de acordo com as predisposições que cada pessoa tem para um certo grupo de doenças.
— Eu acredito que a depressão, apesar de se tratar de um estado de espírito fundamentalmente desagradável, em que nada no mundo externo parece ter foças para nos atrair à uma vivência e convivência satisfatória, também pode ser entendida como um grande chamado para o autoconhecimento. Pois se a vida prática já não se mostra capaz de produzir estímulos que nos mantenha conectados à realidade, é hora de desbravarmos o nosso universo interior para encontrarmos ou mesmo construir nele um ambiente agradável para o nosso espírito. E essa descoberta só pode ser alcançada através do autoconhecimento.
Quem pensa que as passagens do livro se tratam de estafantes narrativas envoltas num universo todo abstrato, se engana. Pois a autora se preocupou justamente em manter a realidade atuando como o motor desses mergulhos. A partir de momentos rotineiros, práticos e até mesmo banais, os personagens se veem à frente de um espelho íntimo, onde a única vista possível é a da própria individualidade:
— Eu poderia definir os contos do livro como gritos de autoafirmação que os personagens dão diante do mundo, que muitas vezes pode parecer estar seguindo em direção contrária. Mas nem sempre é assim, pois na verdade cada indivíduo tem sua própria direção e ele só consegue percorrer o seu caminho de maneira digna e livre se tiver total conhecimento e domínio da força que carrega em seu íntimo. É sobre isso que trata o livro, são fotografias nítidas de mergulhos subjetivos, onde os personagens precisam traduzir e desvendar os conflitos mais profundos para serem capazes de emergir à realidade fortalecidos e dispostos a prosseguir sua caminhada.
E pelo fato da Depressão ainda não ter sido completamente compreendida e decodificada por médicos, psicólogos e cientistas, temos admitir que, por enquanto, a doença tem vencido com folga a guerra contra a humanidade. Num combate que já beira duas décadas de extensão, mas parece estar muito longe de acabar. Já que a nossa espécie veio, através dos tempos, derrotando seus maiores vilões epidemiológicos por meio do conhecimento e do esforço conjunto. E não vai ser diferente com este ou outros inimigos do terceiro milênio.
O livro OLHAR em NEGATIVO está disponível para compra juntamente com a autora através DESTE LINK, assim como em diversas livrarias e plataformas virtuais de venda.

