SEGUNDO TAL BEN-SHAHAR, PROFESSOR DE HARVARD, "EM MÉDIA, A FELICIDADE DEPENDE 50% DA GENÉTICA, 40% DAS ESCOLHAS PESSOAIS e 10% DO AMBIENTE."
Durante participação no EnlightED, evento que fala sobre o futuro da educação e sua relação com a tecnologia, o psicólogo israelense Tal Ben-Sharar, condecorado doutor pela Universidade de Harvard, onde lecionou por 25 anos, afirmou que um dos maiores aliados do estresse é a necessidade das pessoas de estarem felizes o tempo inteiro. O que seria improvável de ocorrer, primeiro por conta da natureza humana, pois cada indivíduo possui uma predisposição genética onde padrões cerebrais associados à sensação de felicidade, Depressão, raiva, alegria, ansiedade, atuam mais em alguns que em outros, em variados níveis; segundo por conta da nossa cultura social, a alta carga de informação negativa e a instável relação com o tempo, onde o descanso efetivo, que não se refere apenas ao sono, é constantemente deixado de lado em favor de compromissos diversos.
"Não é possível estar feliz sempre. As emoções negativas, como a raiva, o medo e a ansiedade, são necessárias para nós. Só os psicopatas estão a salvo disso. O problema é que, por falta de educação emocional, quando as sentimos as rejeitamos, e isso faz que se intensifiquem e que o pânico nos domine. Se bloqueamos uma emoção negativa, igualmente bloquearemos as positivas. É preciso sentir o medo e sermos conscientes de que vamos em frente mesmo com ele. Não é resignação, e sim aceitação ativa." - Afirmou Ben-Shahar.
E caminhando ao lado do estilo de vida pós-moderno, corrido e mecanizado, há um elemento que impede que o indivíduo possa viver livre de grandes expectativas, por si só é uma das maiores causas de frustrações e, consequentemente, do desenvolvimento da depressão: as redes sociais. De forma crescente, elas oferecem um desfile de felicidade, sucesso e saúde em equilíbrio, onde os indivíduos promovem um estilo de vida que não condiz com suas realidades e se transformam em complexos empecilhos na busca por um bem estar efetivo de seus seguidores, porque atuam de maneira subliminar e, segundo o psicólogo, o fato de uma pessoa não conseguir ser tão feliz, bem sucedido e bem relacionado quanto os avatares parecem ser nas redes sociais faz com que ela se sinta péssima, acreditando que em algum momento da vida tomou caminhos e fez escolhas erradas. Quando na verdade sabemos que a vida que os indivíduos publicam nas postagens se refere apenas à história que cada um quer contar sobre si mesmo.
Para ler a entrevista completa, acesse a matéria publicada no EL PAÍS Brasil acessando Este Link.

Durante participação no EnlightED, evento que fala sobre o futuro da educação e sua relação com a tecnologia, o psicólogo israelense Tal Ben-Sharar, condecorado doutor pela Universidade de Harvard, onde lecionou por 25 anos, afirmou que um dos maiores aliados do estresse é a necessidade das pessoas de estarem felizes o tempo inteiro. O que seria improvável de ocorrer, primeiro por conta da natureza humana, pois cada indivíduo possui uma predisposição genética onde padrões cerebrais associados à sensação de felicidade, Depressão, raiva, alegria, ansiedade, atuam mais em alguns que em outros, em variados níveis; segundo por conta da nossa cultura social, a alta carga de informação negativa e a instável relação com o tempo, onde o descanso efetivo, que não se refere apenas ao sono, é constantemente deixado de lado em favor de compromissos diversos.
"Não é possível estar feliz sempre. As emoções negativas, como a raiva, o medo e a ansiedade, são necessárias para nós. Só os psicopatas estão a salvo disso. O problema é que, por falta de educação emocional, quando as sentimos as rejeitamos, e isso faz que se intensifiquem e que o pânico nos domine. Se bloqueamos uma emoção negativa, igualmente bloquearemos as positivas. É preciso sentir o medo e sermos conscientes de que vamos em frente mesmo com ele. Não é resignação, e sim aceitação ativa." - Afirmou Ben-Shahar.
E caminhando ao lado do estilo de vida pós-moderno, corrido e mecanizado, há um elemento que impede que o indivíduo possa viver livre de grandes expectativas, por si só é uma das maiores causas de frustrações e, consequentemente, do desenvolvimento da depressão: as redes sociais. De forma crescente, elas oferecem um desfile de felicidade, sucesso e saúde em equilíbrio, onde os indivíduos promovem um estilo de vida que não condiz com suas realidades e se transformam em complexos empecilhos na busca por um bem estar efetivo de seus seguidores, porque atuam de maneira subliminar e, segundo o psicólogo, o fato de uma pessoa não conseguir ser tão feliz, bem sucedido e bem relacionado quanto os avatares parecem ser nas redes sociais faz com que ela se sinta péssima, acreditando que em algum momento da vida tomou caminhos e fez escolhas erradas. Quando na verdade sabemos que a vida que os indivíduos publicam nas postagens se refere apenas à história que cada um quer contar sobre si mesmo.
Para ler a entrevista completa, acesse a matéria publicada no EL PAÍS Brasil acessando Este Link.

